martes 24 de marzo de 2009

Rio Centro , alternative turistiche (e piazza Italia)

Magari nessuno ne parla , ma oltre alle spiagge e alla natura mozzafiato , la città carioca ha gioielli nascosti .
Penso ad esempio al "real gabinete portugues de leitura" stupenda biblioteca a balconi intarsiati , atmosfera studiosa e rilassata ,o all' archivio nazionale , fresco e scuro con statue nel patio interno ,usciti da li , attraversando la strada percorrere lo stupendo giardino " Campo de Santana " dall´altro lato si passa davanti alla rossa mole della "central de bombeiros" ( centrale dei pompieri ) ,che sembra un gigantesco castello .Di fianco c'é quel che resta della societá mutuo soccorso italiano , sta cadendo a pezzi ed é in vendita ( proprietaria una agenzia immobiliare ).
Percorrere quindi rua Buenos Aires o una parallela e attraversare il " Sahara " che deve il nome credo alla storica massiccia presenza di commercianti sirio libanesi e israeliani ,mangiarsi qualche prelibatezza medio orientale , circondati da tutte e quante é cose ( per dirla alla napoletana ) smerciabili , tra le basse case coloniali .
Per finire il programma di giornata , un salto al centro cultural banco do Brasil ,in pieno centro economico che oltre ad essere bello offre sempre mostre o film apprezzabili. Li vicino , il museo Tiradentes e l' imbarcadero per Niteroy o ilha de Paquetá.
Da evitare é Praça Itália , magari uno dello stivale ci va attratto dal nome solo per curiosare , c' é un monumento orribile due piloni attaccati al suolo da 2 ventose in cemento , sembrano stura lavandini , fossi stato il console mi sarei un attimo incazzato , meglio una classica statua di Garibaldi (alla faccia dei secessionisti).
Buona camminata.

lunes 16 de marzo de 2009

Nuova offensiva contro il MST

Folha de S.Paulo - 16/03/2009


Nova ofensiva contra o MST

PLÍNIO ARRUDA SAMPAIO

Neste momento, o MST se debate contra um tipo de ataque intermitente: uma ofensiva patrocinada por inimigos visíveis e invisíveis

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) é sujeito a dois tipos de ataque: os permanentes e os intermitentes.
O primeiro tipo é desferido cotidianamente pela UDR (União Democrática Ruralista) e pela "bancada ruralista". Já a segunda forma de ataque acontece de vez em quando. Neste momento, o movimento se debate contra esse segundo tipo: uma grande ofensiva patrocinada por inimigos visíveis e invisíveis. Um dos inimigos visíveis é o atual presidente do Supremo Tribunal Federal. Extrapolando claramente suas funções, esse magistrado está exigindo providências judiciais para averiguar supostas irregularidades no repasse de verbas federais a entidades ligadas ao MST. No afã de agredir os sem- terra, sobrou para o Ministério Público, acusado de tolerância com o crime -o que provocou irada reação do procurador-geral, o honrado dr. Antonio Fernando de Souza.
Toda ofensiva -como explicam os tratados militares- deve ter um objetivo central bem claro. A ofensiva atualmente em curso contra o MST visa "limpar" a área fundiária de uma organização autêntica, que pode ser o sério obstáculo à implantação do novo modelo agrícola adotado pelo governo -o modelo do grande agronegócio. A ordem, portanto, é enterrar de uma vez a reforma agrária.
As desapropriações de imóveis estão paralisadas e os assentamentos não recebem o apoio necessário para que possam sair adiante.
Explico: diante da resistência dos proprietários rurais, do poderio da bancada ruralista e da esperada demanda externa por produtos agrícolas, o governo resolveu desistir da reforma agrária e abraçar a fantasia mirabolante de montar, na Amazônia, uma enorme agricultura de exportação de carne, soja e álcool de cana-de-açúcar. A crise mundial demonstrará a inconsequência dessa política.
O MST é um estorvo para o projeto de transformar a Amazônia em polo exportador de grandes dimensões, pois a instalação de imensas fazendas nas terras públicas da região depende de investidores que não costumam colocar seus milhões em terras litigiosas. Exigem, primeiro, que sejam legalizadas. Aí então eles as compram dos grileiros. Trata-se de um processo semelhante ao da lavagem de dinheiro. No caso, trocam-se títulos contestáveis por títulos garantidos pelo governo. Pois, apesar da norma constitucional que determina a destinação de terras públicas à reforma agrária ou a projetos de colonização, o governo está decidido a entregar essas terras a grandes produtores.
Se o MST desaparecer ou ficar desmoralizado, sua influência sobre a opinião pública se reduzirá substancialmente e a pressão pela reforma agrária cairá a zero, deixando o governo com as mãos livres para regalar 67 milhões de hectares de terras públicas a grileiros que as venderão ao "honrado" agronegócio. Para ter uma ideia do tamanho desse "Panamá", basta lembrar que essa superfície é maior do que toda a terra arável da Alemanha somada à da Itália.
Não por acaso, além de investir contra as ocupações, a atual ofensiva lança suspeitas sobre a legalidade dos repasses de dinheiro a entidades que prestam serviços aos assentados.
Acusações de corrupção constituem, como se sabe, elementos devastadores da reputação de pessoas e de entidades. No entanto, o que corre solto, em Brasília, são os mais venenosos boatos a respeito das maracutaias que estão por trás não do repasse de verbas ao MST, mas da regularização do grilo amazônico.
Não é para menos: ao arrepio da Constituição, as medidas provisórias permitirão aos grileiros regularizar posses ilegais de até 1.500 hectares e ter preferência para adquirir outros 1.500 hectares que serão licitados.
O açodamento do governo para aprovar essas normas por meio de medidas provisórias, sem um debate maior com a sociedade, e a disputa entre o Ministério do Planejamento Estratégico, o do Meio Ambiente e o do Desenvolvimento Agrário não ajudam a desfazer a situação nem a deixar de ver, na mudança do modelo agrícola, a causa real da nova tentativa de arrebentar o movimento dos sem-terra.
A cidadania precisa repudiar esse ataque, pois uma coisa é certa: a esperança que o MST sustenta entre a população rural é a única coisa que está impedindo a reprodução no Brasil da tragédia que ensanguenta a Colômbia há mais de 50 anos.

PLÍNIO ARRUDA SAMPAIO, 78, advogado, é presidente da Abra (Associação Brasileira de Reforma Agrária) e diretor do "Correio da Cidadania". Foi deputado federal pelo PT-SP (1985-1991) e consultor da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação).

miércoles 11 de marzo de 2009

Casa na Gloria

Finalmente un appartamento
e abbiamo pure un gattino "Caetano"
´no spettacolo

sábado 21 de febrero de 2009

Affittare casa a Rio ? Bell' impresa

Armarsi di tempo e pazienza é fondamentale .
Le imprese immobiliarie o gli studi legali che fanno da tramite tra proprietario e le schiere di persone in cerca di un posto , richiedono montagne di docucumenti e rassicurazioni , che divengono una vera e propria barriera sociale .
Ci fosse almeno un poco di uniformitá , invece ogni " ficha " (formulario) che le sopracitate agenzie danno da compilare , sono diverse cosi come lo sono i documenti richiesti.
Si va dai documenti del locatario :
Identitá , certificato di matrimonio , comprovante de renta ( busta paga , dichiarazione di reddito ) , comprovante de residéncia ( conta de luz = bolletta della luce , del gas o telefono ) .
Lo stipendio deve essere di almeno tre volte il valore dell' affitto .

Fin qui puó anche andar bene , niente di straordinario.

Quel che invece mi lascia assai perplesso é che si ha bisogno di un " fiador " , una persona in possesso di un immobile (in alcui casi 2) nel municipio di Rio (se si é fortunati , puó essere nell' intero stato di Rio de Janeiro).
Anche per il " fiador " si dovran presentare i documenti richiesti sopra , piú quelli relativi alla/e casa/e di proprieà.

Alcuni richiedono , un comprovante "do Iptu " ( tipo Ici ) , altri lo " Spi " serviço de proteção ao inquilinato .
Io direi , serviço de impedimento ao inquilinato...

Nel caso di persone che provengono da altri stati brasiliani , o stranieri la faccenda si complica ,se non conosci nessuno con una casa ( e ammesso che lo conosci , perché mai dovrebbe farti da "fiador"?) , sei abbastanza nella c...a.

Poi i giornali titolano a caratteri cubitali : favelas in espansione !!!
Mi stupirebbe il contrario .

sábado 14 de febrero de 2009

O imperialismo brasileiro , pour le monde diplomatique Brasil


Questa é la copertina di febbraio , adesso sul sito si trova l'edizione di gennaio ...

sábado 7 de febrero de 2009

Delocalization (irregolare , calndestina?)

E.S. argentino , mi racconta che lavorò nel telemarketing italiano standosene comodamente a Buenos Aires ,le imprese per cui faceva le chiamate erano (ma credo sia possibile lavorarci ancora) Infostrada , Vodafone ,Sara Assicurazioni , 200 euro di paga (normale qui , e in più allenava il suo italiano) chiamava in Italia i clienti (pescandoli da pagine bianche) e se come a volte capitava gli chiedessero :
"non sei italiano da dove chiami ?" doveva rispondere , sono argentino chiamo da Milano...
Viva gli imprenditori illuminati che delocalizzano , una bella multa ? Qualche intercettazione ?
hahahahahahahaha

sábado 31 de enero de 2009

Sobre o financiamento do BNDES ao setor scro-alcooleiro

Prendo dal blog celgamundo , appena creato dagli amici carioca.

Nel link qui sotto un ottimo sito che monitora gli investimenti del banco nacional desenvolvimento econômico social . E l' impatto socio ambientale delle opere realizzate o in procinto d'esserlo . Questi articoli riguardano l' industria della canna , biodiesel
"pra frente Brasil ?"

Plataforma BNDES(http://www.plataformabndes.org.br/) reunindo textos sobre as consequências da política brasileira para o setor produtor de álcool de cana.

O assunto, que já soa enfadonho só pelo título, também se tornou desanimador de tanta cara de fato consumado que adquiriu de tanto que o atual governo o tratou e trata como O grande passo do país em direção ao futuro.

Entretanto, acho que depois de chegarmos ao ponto de ouvir do próprio Lula que os heróis nacionais são os usineiros, acho que vale a pena dar uma olhada no texto e no saite dessa frente formada por diversas organizações da sociedade civil. Me parece um bom caminho mesmo para quem já sente que não há mais nada a fazer.

Abraço